Interferência – Podcast Outra Versão

Falando em Outra Versão, o episódio de hoje conta com uma ilustre voz!
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É com grande honra que eu recebo a interferência do jornalista e radialista Roberto Maia no Outra Versão.

Maia foi diretor da extinta rádio Brasil 2000, que marcou época no dial paulistano e serviu de escola para muita gente que tinha como desejo seguir a carreira de comunicação. E eu sou uma das pessoas que ouvia a rádio diariamente e tinha “aulas” com pessoas como o Maia, Tatola, Daniel Daibem, entre muitos outros.

Nessa interferência, Maia pôs pra tocar:

Pepino Di Capri – Girl
Mark Isham – Stone Free
Tori Amos – Smells Like Teen Spirit

Vale também uma visita ao podcast do Maia: http://www.maiapodcast.podomatic.com/.

Para baixar este episódio do Outra Versão e ouvir depois, clique.

Prêmio Podcast 2008

Meu podcast, o Outra Versão, está concorrendo como melhor podcast musical do ano no Prêmio Podcast. A divulgação da escolha, feita por críticos, deve acontecer daqui a pouco, por volta das 18h30.

Será que eu ganho? Os concorrentes são brabos

Notícia sem lead

Uma das primeiras coisas que um aspirante a jornalista aprende é o tal lead, que é o parágrafo que abre as notícias, principalmente no jornalismo diário. Nele, devemos responder o quê, quem, quando, como, onde e por quê. E acho que não é à toa que dizemos sempre o “por que” por último.

É a pergunta mais importante da história toda. Todos querem saber os porquês de tudo, por que acontecem determinados fatos… o “como” também tem lá a sua importância, mas é o porquê que move as pessoas. Os filósofos que o digam.

Eu, particularmente, tenho deixado o porquê de lado. Acho que não é o momento. Quando passamos por uma situação difícil, delicada, o porquê só vai nos fazer ficar questionando coisas que não têm de ser questionadas. Ficar perguntando o porquê (geralmente seguido de “meu Deus”) só vai me cegar e fazer com que eu não entenda todo o processo e, no final, não tire uma lição dele. Então, agora, eu não quero o lead completo. “O quê”, “quem”, “quando”, “como” e “onde” estão na lista, ok. O “por quê” eu dispenso e, assim, vou lidar com tudo isso da melhor maneira possível.

Amor ou dor

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05/12/2008
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“Quando não é pelo amor, é pela dor, né?”. Assim é que se descobrem as coisas, segundo D. Marcia, mãe da minha amiga Débora.

Quem me conhece sabe que estou num período meio complicado. Altos e baixos. Os altos: Conclusão do curso de jornalismo, aniversário, concorrendo a prêmio com o meu podcast, etc. Os baixos, na verdade, são uma coisa só, mas que já vale por tudo. Minha namorada está internada, na UTI, desde o dia 16/11. O estado é delicado, grave, mas tenho a absoluta certeza de que tudo vai dar certo e eu terei minha menina de volta. O que pega mesmo é essa espera…

Voltando à D. Marcia. Eu disse que nem sabia que eu tinha tanta fé, não conhecia esse meu lado. E ela respondeu com essa frase. Depois, fiquei cá pensando com meus botões.

OK, é pela dor, por causa desse momento difícil. Mas é por amor também. Essa menina é a pessoa que eu mais amo no mundo, é a pessoa com quem quero dividir minha vida, é com quem eu quero passear nos meus domingos de folga e dar bom dia/boa semana nas segundas pela manhã. E por isso esse meu lado mais, digamos, religioso, foi despertado. Pela vontade de ver esse problema solucionado da melhor forma possível. Pela necessidade de pedir ajuda.

E é justamente essa fé que me dá forças para seguir. No começo de tudo, quando ainda não havia notícias boas sobre o quadro, eu estava com medo, desesperado. Mas agora não, estou firme, perseverante e confiante no final feliz. E ainda consigo levantar outras pessoas, que desanimam ou pensam em desistir.

A luta é difícil e eu ajudo da forma que eu posso, que eu sei. Estou nessa briga com ela, disposto a seguir em frente até quando for necessário. Se ela não desistiu (e nem vai!), eu não tenho o direito de enfraquecer, de achar que algo dará errado. E daqui a alguns bons anos, ainda veremos minha menina de cabelo branco e com aquele sorriso lindo que só ela tem.

Inauguração

Sem festa e sem alarde. Essa é a inauguração do meu blog.

Ainda não mexi no visual, não editei nada… simplesmente criei e estou postando pela primeira vez.

Até semana passado, escrevia no blog Futuro do Jornalismo, que era voltado para estudantes de jornalismo chorarem suas pitangas. Eu era um deles.

Depois do veredicto “aprovado” na banca final, não é mais futuro. Já faço parte do presente do jornalismo e estou na luta.

Esse blog vai ser um misto de pessoal e profissional. Ou seja, vou pôr aqui algumas coisas minhas e alguns textos jornalísticos, sem ficar criando muitas regras sobre o que escrever. Em breve, começarei com dois amigos um outro blog, jornalístico-cultural. E é lá que o bicho vai pegar…

Obs.: Criei esse blog no mesmo dia do meu aniversário, só pra ficar mais fácil de me lembrar do aniversário dele também! :)